Sobre o livro

O livro, que acompanha um vídeo gravado na Amazônia retrata a expedição que Carlos Iglesias realizou na Amazônia em julho de 2009, com sua esposa Lisa, o cirurgião norte-americano Dr. James Vincent Lettera, o índio Eurico Baniwa, líder comunitário e o cinegrafista Cristiano Lima, onde puderam vivenciar a realidade dos povos ribeirinhos e indígenas da região, as condições de saúde, nutrição, a cultura local e o Brasil real.O livro será lançado ao público em coquetel no próximo dia 19 de outubro no Restaurante A Figueira Rubaiyat, sob a testemunha da centenária figueira que identifica o DNA da família que comanda o Grupo Rubaiyat, por mais de meio século. A primeira edição será limitada a 200 exemplares, ao custo de R$80,00 por livro, incluso o pendrive com 28 minutos de filmagem da parte mais preservada da selva brasileira.

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Durante sua expedição pela tribos indígenas, Carlos Iglesias lança olhar sobre vários aspectos da vida na Amazônia, sobretudo no campo da saúde pública, onde pôde observar com sua visão clínica as condições nutricionais dos índios, o que lhe remeteu a destacar que ali está o Brasil real. “O índio que observei é um índio desnutrido; me decepcionei com o índio que vi; ali faltam médicos filantrópicos para o cuidado do índio. Poucos conhecem o Brasil verdadeiro; ali está o Brasil real, que carece de verdadeiro apoio na parte mais remota das comunidades indígenas; os ribeirinhos são rodeados por um cinturão de miséria, vivendo em uma linha tênue de secas e de enchentes, em condições de vulnerabilidade permantente, constata emocionado”.

Ao entrarmos nas selvas, encontramos os melhores exemplos de variações genéticas e da expressão da vida selvagem do nosso planeta.” Já no estado do Pará, etapa final da expedição, Iglesias e a expedição visitaram o mercado Ver-o-peso, em Belém, os peixes frescos e a diversidade de produtos locais comercializado, com grande variedade de carnes, peixes e verduras, a chave do sucesso para uma alimentação saudável.

Nutrição e Sustentabilidade

O Brasil, uma sociedade multicultural, combina, de maneira exemplar, a cozinha dos índios nativos, africanos, europeus e, há pouco tempo, dos asiáticos.

Em razão do aumento da circulação de diferentes tipos de alimentos e medicamentos no mercado internacional e do aumento da presença de toxinas ambientais, existe também um risco exponencial de contaminação alimentar e de intoxicação. Isso faz com que a segurança alimentar seja uma das principais responsabilidades sociais dos defensores da saúde pública. O Brasil ocupa o quarto lugar dos países da América Latina no uso intensivo de herbicidas, sendo responsável por 50% do consumo total.

Carne processada e incidência de câncer

Em vista da grande quantidade de pessoas que também consomem carne processada, o impacto global na incidência de câncer é também um tema relevante de saúde pública. As carnes modificadas por meio dos processos de salga, cura, fermentação e defumação são consideradas potencialmente cancerígenas. Têm sido sustentadas, por muitos anos, evidências de que a ingestão de carnes processadas, como presunto, salsicha e salame, aumentam o risco de câncer de próstata, intestino, pâncreas e mama. O Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos concluiu que o consumo diário de 50 gramas dessas carnes aumenta o risco de câncer distal de intestino grosso em 18%.

Orgânicos

Por sua vez, os produtos orgânicos estão ganhando espaço entre muitas pessoas, mas nem todas estão familiarizadas com a essência dessa linha estilizada de produtos agrícolas. Existem evidências de que esses produtos aumentam a fertilidade do solo, de acordo com os estudos da National Geographic. A Nova Revolução Verde, promovida pelas feiras orgânicas, ganhou popularidade na Califórnia nos anos 90, enquanto no Brasil essa tendência não se expandiu tanto, visto que o país possui tradicionalmente abundância de produtos agrícolas naturais. (Porto Alegre: FAE – Feira de Agricultores Ecologistas do Brasil, considerada a primeira feira orgânica no Brasil, criada em 1990, seguida pela Associação Agrícola de Feira Orgânica em São Paulo, 1991).

Obesidade e sobrepeso

Em 2006, havia 1,1 bilhão de adultos com sobrepeso, dos quais 300 milhões foram diagnosticados com obesidade clínica. Uma década mais tarde, mais de 1,6 bilhão de pessoas foram diagnosticadas com sobrepeso. Dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do New England Journal of Medicine, mostram que 700 milhões de pessoas sofrem de obesidade com um IMC superior a 30 kg/m2, afetando 1 homem a cada 10 e 1 mulher em cada 7 com um IMC superior a 30. Desse montante total, 108 milhões são crianças com obesidade apresentando um IMC superior a 30, e com obesidade mórbida, com um IMC superior a 40.

“Durante nossa visita às comunidades indígenas amazônicas, foi surpreendente encontrarmos ianomâmis com sobrepeso. É importante destacar que a obesidade não afeta somente as tribos indígenas do Brasil; isso ocorre também em tribos do novo mundo, incluindo as populações indígenas dos Estados Unidos e do Canadá estabelecidas nas Montanhas Rochosas e na selva boreal do centro subártico (comunidades de Cree e de Objnawa).”

O livro Dr. Amazonas – A chave para o novo mundo aproxima a realidade do norte brasileiro do restante do Brasil, numa visão humanista, mostrando a importância do brasileiro conhecer para preservar o pulmão da sustentabilidade brasileira e mundial.

Coquetel de Lançamento do livro:
Dr. Amazonas – A chave para o novo mundo
Data: 19 de outubro de 2017
Horário: 20h
Local : Restaurante A Figueira Rubaiyat
Rua Haddock Lobo, 1.738 – Jardins/SP

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José Maria Filho-Jornalista MTb nº 19.852
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